Prefeitura de São Sebastião apoia curso da Amesp focado na geração de renda por meio da maricultura

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Formação reuniu produtores, comunidades e lideranças para discutir regularização, cultivo, associativismo e novas oportunidades

A maricultura como ferramenta de geração de renda, fortalecimento comunitário e desenvolvimento sustentável foi tema do Curso de Maricultura, Turismo, Geração de Renda e Associativismo, realizado em São Sebastião pelo Projeto Mar é Cultura, desenvolvido pela Associação dos Maricultores do Estado de São Paulo (Amesp), em parceria com a Petrobras e a Prefeitura de São Sebastião.

A formação reuniu a comunidade para discutir caminhos de fortalecimento da atividade no litoral paulista e o curso abordou desde aspectos produtivos e legais da maricultura até oportunidades ligadas à organização coletiva dos produtores.

Durante a capacitação, os participantes tiveram acesso a conteúdo sobre cultivo de mexilhões, algas e moluscos, regularização da atividade, emissão de nota fiscal, transações seguras, acesso a políticas públicas e associativismo.

A proposta foi aproximar os produtores de ferramentas que possam ampliar a autonomia econômica das comunidades costeiras. Outro ponto importante foi o fortalecimento do associativismo como estratégia para ampliar a organização coletiva, facilitar processos de regularização e fortalecer a comercialização dos produtos da maricultura.

A capacitação também abordou a importância da regularização da atividade para garantir a segurança jurídica aos produtores, fortalecer a rastreabilidade da pesca e ampliar oportunidades econômicas.

Segundo o conteúdo do curso, a maricultura regularizada contribui para o ordenamento do uso das águas, para o controle sanitário e para o fortalecimento das comunidades tradicionais costeiras. Outro destaque foi a potencial produção do cultivo de mexilhões e algas no litoral paulista.

Os participantes conheceram estruturas de cultivo, manejo, possibilidades de investimento e cenários de rentabilidade da atividade. O conteúdo apresentado aponta que os cultivos de moluscos e algas possuem baixo impacto ambiental e podem contribuir para a melhoria da qualidade da água, ao mesmo tempo em que fortalecem a economia local.

Além da capacitação técnica, o encontro reforçou a importância da identidade da maricultura como atividade ligada à cultura e ao futuro econômico das comunidades costeiras. Ao conectar produção, regularização e organização comunitária, o curso contribui para criar novas perspectivas de desenvolvimento sustentável no Litoral Norte de São Paulo.

 

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