Famoso nas redes sociais, o juiz era símbolo de empatia e bom humor na corte de Providence, Rhode Island
O juiz americano Frank Caprio, conhecido internacionalmente como o “melhor juiz do mundo”, morreu aos 88 anos nesta quarta-feira (20/8), nos Estados Unidos. Ele lutava contra um câncer no pâncreas.
Caprio ganhou notoriedade ao redor do mundo por sua forma humanizada de conduzir julgamentos na corte municipal de Providence, Rhode Island. Sua postura empática e bem-humorada diante dos réus chamou atenção nas redes sociais, onde vídeos de suas audiências viralizaram e conquistaram milhões de seguidores. Ele também foi estrela do programa “Caught In Providence”, que levava ao público os momentos mais marcantes de sua atuação no tribunal.
Em nota publicada no perfil oficial do magistrado no Instagram, a família confirmou a morte:
“Amado por sua compaixão, humildade e crença inabalável na bondade das pessoas, o Juiz Caprio tocou a vida de milhões por meio de seu trabalho no tribunal e além. Sua cordialidade, humor e gentileza deixaram uma marca indelével em todos que o conheceram. Ele será lembrado não apenas como um juiz respeitado, mas também como um dedicado marido, pai, avô, bisavô e amigo. Seu legado permanece vivo nos inúmeros atos de bondade que inspirou.”
A publicação ultrapassou 1 milhão de curtidas em poucas horas, demonstrando o impacto e a popularidade que Caprio alcançou ao longo de sua vida pública.
Estado em luto
O governador de Rhode Island, Dan McKee, decretou luto oficial em memória do magistrado e determinou que todas as bandeiras do estado fossem hasteadas a meio mastro.
“O Juiz Caprio era um tesouro de Rhode Island. Enquanto lamentamos sua morte, meus pensamentos estão com sua família, amigos e todos que o amavam. Peço a todos os cidadãos de Rhode Island que baixem suas bandeiras em sinal de respeito,” afirmou o governador.
Frank Caprio deixa como legado não apenas decisões judiciais, mas uma filosofia de vida marcada pela empatia, pelo respeito às pessoas e pela crença no lado humano da Justiça.





















